Seja Bem-Vindo ao meu Mundinho

Sente-se e aconchegue-se

E volte sempre

terça-feira, 18 de abril de 2017



Esses dias, eu estava (re)lendo o Blog de uma amiga linda que eu tenho - Jana Salles, beijos! E Fiquei refletindo em sua última postagem, pois o blog está desativado desde 2010, mas suas palavras podem ser inseridas no contexto agora. Vou reproduzir a parte que mais me marcou, e espero que vocês visitem-no, pois há muitas reflexões legais lá, imortalizadas pela internet. Vamos ao texto - o texto na integra e o endereço do site são: http://jkistenmacker.blogspot.com.br/  


"Reparem em quantas vezes as pessoas enxergam você, da forma como você se construiu de verdade. Poucas pessoas tem a sensibilidade de nos enxergar alem dos defeitos e dos desajeitos. É como se uma soma de dias ruins, fossem o suficiente para que se julgamento já estivesse pré-determinado. Não importa, uma vez que você tenha tido este julgamento, quantas vezes você tenha sido leal, nem quantas vezes você tenha sido amigo, ou companheiro. O que valerá destes momentos serão as exceção que eles se tornaram, ou seja. Você ser bom é novidade! É como se de alguma forma, a máscara suja sempre fosse seu rosto ruim!
Você nunca será bom...
Tente aceitar... as pessoas sempre encontrão modelos perfeitos para diminuir seu ser. E não importa o quanto você se assemelhe a ele. Você sempre será julgado por seus dias ruins.
O que vale então tirar disso é a tentativa de fidelidade a si próprio. Esqueça todos a sua volta. Lembre-se que, quem te ama de verdade, já te ama pelo o que você é. E não tente ser o que não pode para agradar alguém que sempre se lembrará de seus dias ruins... seus dias bons serão sempre exceção." 
Jana K. Salles


Estava refletindo como as pessoas continuam a ver a gente como éramos no passado. Elas nos congelam como Sorvete Magnum  se não pudéssemos mudar, não pudéssemos ir além do esperado. Amados, ninguém pode ser mais aquele ser humano de outrora, pois as experiências já lhe acrescentaram mais maturidade, mais choros, mais alegrias, muito mais mudanças.

Apegar-se às pseudo-verdades sobre os outros só lhe trarão dificuldade maiores em relacionar ou não com elas. 
  • Experimente conhecê-los novamente;
  • Tente "se apaixonar" por aquela pessoa como se fosse a primeira vez;
  • Não fique pressupondo seus atos: às vezes, nem elas saberão o que vão fazer;
  • E por último, permita-se: as pessoas mudam, e com isso, nossas verdades sobre elas também.
Deixar ter um novo olhar sobre os outros pode nos levar a refazer laços ou ressignificá-los, superando dificuldades, que muitas vezes foram problematizadas por todos os envolvidos estarem imaturos, ou ainda incompletos. Tudo gira nessa vida e, com isso, há inúmeras mudanças em todos nós...
Mais uma vez, permita-se.

quarta-feira, 1 de março de 2017



" Tenho compreendido que antes de eu ser a filha e ele o pai, somos dois seres sem hierarquias."
Thais Rezende

Forte e simples: essa fala foi dita por uma querida e íntima amiga em uma circunstância em que eu me encontrava perdido e, na nossa conversa ,essa fala me fez repensar sobre as nossas atitudes: as "naturalmente/socialmente" esperadas e as reais. Vou explicar de uma forma que vocês possam entender, mas sem ser inconveniente. Vamos lá: uma outra amiga - que eu vou chamar de Briana - estava por passar por necessidades de um colo amigo e me contou seus desabores sobre uma relação conjugal em que foi traída por uma parente - que chamarei de Fátima. Esta parente teve um caso com seu marido - que chamarei Jorge.
Nomes fictícios.
Eu fiquei sem fala, fiquei revoltado com a postura da outra, fiquei inquieto. Mas, no final, só pude escutar, porque conselhos me faltavam.
Procurei a ajuda de minhas "mentoras" - Carol Magali, a Centrada; Thais Rezende, a Sonhadora e Lúcia Maria, a Secreta. Elas são minha recarga de bateria de conhecimento e meu upgrade emocional quando eu preciso de ambos.
Eu fiquei repensando, primeiramente, sobre a minha própria postura. Eu esperava que a parente traidora Fátima tivesse um comportamento, e me coloquei como um juiz a jugá-la por seu comportamento que julgava inadequado e imoral. Eu queria que ela seguisse um comportamento que fosse norteado pela sua hierarquia social.
Comecei a raciocinar, a partir da conversa com minhas mentoras, sobre como eu me portava e levei um choque. Eu estava ditando regras sociais para pseudo-personagens socais pré-estabelecidos. Algo que eu refleti veementemente. se somos reduzidos a este ou aquele personagem .
Comecei a me perguntar:
  • Quem sou eu para dizer que aquilo era um crime imoral contra alguém? 
  • Eu sabia de todos os detalhes para dizer que foi uma traição? O que é trair?
  • Será que o relacionamento de minha amiga já não tinha acabado, e nem ela nem seu marido haviam percebido?
  • Como determinar alguma postura social, se realmente, a vida muda nossos papéis sociais o tempo todo?
  • E o que é hierarquia social, se não algo frágil e mutável? Que(m) a cria? Que(m) a modifica? Que(m) a caracteriza?
Sentia-me inquieto, porque minha primeira postura foi verdadeiramente preconceituosa  e inconscientemente julgadora. Senti que cada pessoa nessa trama deveria ter essa ou aquela postura, mas não perguntei a mim mesmo as perguntas anteriores e, principalmente, que 'será que o sentimento não nasceu naturalmente?' Não estou aqui para defender essa ou aquela postura, porém, estou aqui para refletir se não somos muito ansiosos e extremamente homogenizadores ao desejar e esperar das pessoas comportamentos que elas talvez não queiram ou não vão ter. 
Acabei por concluir que esperamos das pessoas posturas pré-estabelecidas que, na realidade, não se concretizam.
Esperamos demais. Prevemos demais. E isso nos frusta.
Essas circunstâncias nos cristalizam em expectativas dolorosas, e somos apenas nós mesmos que sofremos, pois o outro age da forma que lhe convém, que lhe mais aprecia.
Ficamos como o Girassol que se vira para leste, embora na nossa situação, não há sol para nascer ou para esquentar. Só há uma expectativa que nos faz entrar num labirinto em que nos colocamos, e no final, não é culpá do outro.
Sejamos realistas em saber que não há comportamento verdadeiramente padronizado. Somos imperfeitos e defectíveis, e, portanto, esperar do outro algo que muitas vezes lhe é desconhecido ou não desejável é também utópico.
O outro nos dará o que pode dar.
O outro se comportará na maneira que lhe ache mais aprazível.
O outro é o outro; a nós, nos cabe  sempre a dúvida

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017


Beautiful
Boundless
Free
She came, and her presence fufilled the room
She went, and the Loneliness overcame
Hot
Impulsive
Brave
Her heart has no fear
Her heart rules over her own mind
That is the way it is

{Pinturais Reais}